1967
A ASBA continua em franco progresso
Folha de São Bernardo
Seção Arte e outras coisas.
25/06/1967.
Texto: Odette Tavares Belingrauser
Progresso da ASBA e Curso de Desenho: A Associação São-Bernardense de Belas Artes (ASBA) está em franco progresso, com um grande afluxo de novos alunos para o Curso de Desenho, que já contava com mais de 140 inscritos.
Iniciativas do Professor Carlos Ayres: O Professor Carlos Ayres, entusiasmado, planeja aulas de pintura a óleo para os alunos mais avançados no segundo semestre, além de aulas de desenho para crianças usando guache e lápis de cera.
Aulas de Escultura e Obra de João Delijaicov: As aulas de escultura terão início em agosto, e uma obra do escultor João Delijaicov, uma reprodução da cabeça de Rolando Coppini, presidente da ASBA, é destacada.
Férias e Interesse Político: Julho será de férias para alunos e professores, mas a sede da ASBA permanecerá aberta. O Curso de Desenho tem atraído figuras de destaque da política local, como Valter Miranda e as filhas de Geraldo Faria Rodrigues.
A ASBA Continua em franco progresso
1º Salão de Desenho teve consequências ótimas, pois foi grande o afluxo de novos alunos para o Curso de Desenho Sábado 17 do corrente, o número de inscritos já passava de 140! É certo que uma parte tem desistido, talvez os que tem achado dificuldades. Mas a maioria continua firme e entusiasmada, progredindo sempre.
Mas o mais entusiasmado mesmo é o Professor Carlos Ayres, que anda sempre mostrando os desenhos dos alunos, e que está planejando aulas de pintura a óleo para os mais adiantados, no 2º semestre deste ano, bem como desenhos em cores, a guache e lápis cera para as crianças, a fim de animá-las. As aulas de escultura terão início também em Agosto e o número de inscrições já está quase preenchido, pois serão apenas 14.
Em uma sala de aula da ASBA, em um canto, coberto, está um trabalho de escultura, uma cabeça. Curiosa, descobri o mesmo, levantando o pano que o cobre. E a minha surpresa foi grande e muito agradável, pois trata-se da reprodução da cabeça do dedicado presidente da ASBA. Rolando Coppini, trabalho que está sendo feito pelo escultor João Delijaicov que há cerca de um ano ofereceu à municipalidade o busto do saudoso Lauro Gomes.
A semelhança é perfeita, e a obra de Delijaicov ficará decerto vinculada ao patrimônio da ASBA, conservando para a posteridade os traços fisionômicos desse batalhador perseverante e abnegado que é Rolando Coppini.
ONTEM. SÁBADO, 24, dia de São João foi dada a última aula deste semestre, da ASBA. O mês de Julho será de férias para alunos e professores; no entanto, a sede da ASBA continuará aberta para os que queiram frequentá-la para lá ir desenhar ou "bater um papo".
É interessante citar aqui o interesse que o Curso de Desenho está provocando até entre figuras de destaque em nossos melos políticos e governamentais, pois lá estão como alunos Valter Miranda e as filhas de vereador Geraldo Faria Rodrigues.
Folha de São Bernardo, Seção Arte e outras coisas. Texto de Odette Tavares Belingrauser, 25/06/1967.
A ASBA continua em franco progresso
Folha de São Bernardo
Seção Arte e outras coisas.
25/06/1967.
Texto: Odette Tavares Belingrauser
Progresso da ASBA e Curso de Desenho: A Associação São-Bernardense de Belas Artes (ASBA) está em franco progresso, com um grande afluxo de novos alunos para o Curso de Desenho, que já contava com mais de 140 inscritos.
Iniciativas do Professor Carlos Ayres: O Professor Carlos Ayres, entusiasmado, planeja aulas de pintura a óleo para os alunos mais avançados no segundo semestre, além de aulas de desenho para crianças usando guache e lápis de cera.
Aulas de Escultura e Obra de João Delijaicov: As aulas de escultura terão início em agosto, e uma obra do escultor João Delijaicov, uma reprodução da cabeça de Rolando Coppini, presidente da ASBA, é destacada.
Férias e Interesse Político: Julho será de férias para alunos e professores, mas a sede da ASBA permanecerá aberta. O Curso de Desenho tem atraído figuras de destaque da política local, como Valter Miranda e as filhas de Geraldo Faria Rodrigues.
A ASBA Continua em franco progresso
1º Salão de Desenho teve consequências ótimas, pois foi grande o afluxo de novos alunos para o Curso de Desenho Sábado 17 do corrente, o número de inscritos já passava de 140! É certo que uma parte tem desistido, talvez os que tem achado dificuldades. Mas a maioria continua firme e entusiasmada, progredindo sempre.
Mas o mais entusiasmado mesmo é o Professor Carlos Ayres, que anda sempre mostrando os desenhos dos alunos, e que está planejando aulas de pintura a óleo para os mais adiantados, no 2º semestre deste ano, bem como desenhos em cores, a guache e lápis cera para as crianças, a fim de animá-las. As aulas de escultura terão início também em Agosto e o número de inscrições já está quase preenchido, pois serão apenas 14.
Em uma sala de aula da ASBA, em um canto, coberto, está um trabalho de escultura, uma cabeça. Curiosa, descobri o mesmo, levantando o pano que o cobre. E a minha surpresa foi grande e muito agradável, pois trata-se da reprodução da cabeça do dedicado presidente da ASBA. Rolando Coppini, trabalho que está sendo feito pelo escultor João Delijaicov que há cerca de um ano ofereceu à municipalidade o busto do saudoso Lauro Gomes.
A semelhança é perfeita, e a obra de Delijaicov ficará decerto vinculada ao patrimônio da ASBA, conservando para a posteridade os traços fisionômicos desse batalhador perseverante e abnegado que é Rolando Coppini.
ONTEM. SÁBADO, 24, dia de São João foi dada a última aula deste semestre, da ASBA. O mês de Julho será de férias para alunos e professores; no entanto, a sede da ASBA continuará aberta para os que queiram frequentá-la para lá ir desenhar ou "bater um papo".
É interessante citar aqui o interesse que o Curso de Desenho está provocando até entre figuras de destaque em nossos melos políticos e governamentais, pois lá estão como alunos Valter Miranda e as filhas de vereador Geraldo Faria Rodrigues.
Folha de São Bernardo, Seção Arte e outras coisas. Texto de Odette Tavares Belingrauser, 25/06/1967.
O 10º Salão de Arte da Associação Sambernardense de Belas Artes
Folha de São Bernardo
Seção Arte e outras coisas.
25/06/1967.
Texto: Odette Tavares Belingrauser
Realização e premiação do 10º Salão de Arte da ASBA, prestes a encerrar.
Comissão Artístico Cultural impedida de atuar após recusa do Colégio São José em ceder seu salão, devido a peças teatrais com conteúdo considerado impróprio.
Crítica à falta de fiscalização quanto à presença de crianças em espetáculos inadequados.
Defesa da necessidade de um teatro próprio e bem equipado em São Bernardo, comparando com o projeto de Santo André.
Registro de que a ASBA segue em progresso.
O 10º Salão de Arte da Associação Sambernardense de Belas Artes
O 10º Salão de Arte da Associação Sambernardense de Belas Artes realizou sua entrega de prêmios ontem, sábado, à noite, com a presença dos laureados e grande número de artistas, convidados e autoridades.
Não cito aqui os nomes dos distinguidos com prêmios, porque neste número a "Folha" publica uma grande a reportagem sobre ASBA, comentando o 10º Salão e mencionando os premiados. Entretanto, na próxima semana comentarei este evento.
E, se você ainda não Salão visitou o 10º, faça-o hoje mesmo, pois está prestes a encerrar-se, dia 30 será o último dia. Local: Rua Marechal Deodoro. 477, salão das Indústrias Pelosini.
A COMISSÃO ARTISTICO CULTURAL está praticamente sem poder agir, isto é, sem poder apresentar qual quer espécie de espetáculos, já que a Diretoria do Colégio São José não está disposta no centro ceder o salão que por azar, é o único que temos da cidade, Parece que as Reverendas Irmãs ficaram chocadas com os espetáculos de teatro apresentados Festival, porque as peças encenadas, em seus textos, continham muitos palavrões e algumas imoralidades... Daí a sua recusa em ceder o salão.
Na minha opinião, também achei algumas peças pesadas e reparei sobretudo no livre Ingresso de crianças, que assistiram as coisas bastante impróprias, que deveriam mesmo ser proibidas. Mas, que fazer? Temos ou não temos um Comissariado de Menores em São Bernardo? E os pais e mães que lá estavam, acompanhando seus filhos, que a tudo assistiram e riram junto com os garotos?... Que lhes cabia fazer?...
Bem, o que se entende é que a CAC ficou impedida de realizar audições, conferências, etc. E o povo fica as sim privado de entretenimentos artísticos. É lamentável que isto aconteça!
Daí se vê a necessidade que temos de um teatro bem aparelhado para espetáculos, audições e tudo o mais que exige um bom salão e... um bom piano. São Bernardo exige tudo isso, pela sua grandeza, pelo seu progresso, pelo seu dinamismo, por suas Faculdades e escolas, que necessitam como complemento à difusão da Cultura também a difusão da Arte, em todas as suas modalidades.Parece que vamos ter um Teatro, anexo ao Paço Municipal, Que seja grande, como é necessário para nossa cidade. Santo André terá o maior e mais moderno teatro da América do Sul. Nós não podemos ficar atrás. Queremos que o nos, igual, nas proporções, arquitetura e beleza!
Vocês não concordam?
A ASBA continua em franco progresso – Matéria. Folha de São Bernardo, Seção Arte e outras coisas. Texto de Odette Tavares Belingrauser, 25/06/1967.
O 10º Salão de Arte da Associação Sambernardense de Belas Artes
Folha de São Bernardo
Seção Arte e outras coisas.
25/06/1967.
Texto: Odette Tavares Belingrauser
Realização e premiação do 10º Salão de Arte da ASBA, prestes a encerrar.
Comissão Artístico Cultural impedida de atuar após recusa do Colégio São José em ceder seu salão, devido a peças teatrais com conteúdo considerado impróprio.
Crítica à falta de fiscalização quanto à presença de crianças em espetáculos inadequados.
Defesa da necessidade de um teatro próprio e bem equipado em São Bernardo, comparando com o projeto de Santo André.
Registro de que a ASBA segue em progresso.
O 10º Salão de Arte da Associação Sambernardense de Belas Artes
O 10º Salão de Arte da Associação Sambernardense de Belas Artes realizou sua entrega de prêmios ontem, sábado, à noite, com a presença dos laureados e grande número de artistas, convidados e autoridades.
Não cito aqui os nomes dos distinguidos com prêmios, porque neste número a "Folha" publica uma grande a reportagem sobre ASBA, comentando o 10º Salão e mencionando os premiados. Entretanto, na próxima semana comentarei este evento.
E, se você ainda não Salão visitou o 10º, faça-o hoje mesmo, pois está prestes a encerrar-se, dia 30 será o último dia. Local: Rua Marechal Deodoro. 477, salão das Indústrias Pelosini.
A COMISSÃO ARTISTICO CULTURAL está praticamente sem poder agir, isto é, sem poder apresentar qual quer espécie de espetáculos, já que a Diretoria do Colégio São José não está disposta no centro ceder o salão que por azar, é o único que temos da cidade, Parece que as Reverendas Irmãs ficaram chocadas com os espetáculos de teatro apresentados Festival, porque as peças encenadas, em seus textos, continham muitos palavrões e algumas imoralidades... Daí a sua recusa em ceder o salão.
Na minha opinião, também achei algumas peças pesadas e reparei sobretudo no livre Ingresso de crianças, que assistiram as coisas bastante impróprias, que deveriam mesmo ser proibidas. Mas, que fazer? Temos ou não temos um Comissariado de Menores em São Bernardo? E os pais e mães que lá estavam, acompanhando seus filhos, que a tudo assistiram e riram junto com os garotos?... Que lhes cabia fazer?...
Bem, o que se entende é que a CAC ficou impedida de realizar audições, conferências, etc. E o povo fica as sim privado de entretenimentos artísticos. É lamentável que isto aconteça!
Daí se vê a necessidade que temos de um teatro bem aparelhado para espetáculos, audições e tudo o mais que exige um bom salão e... um bom piano. São Bernardo exige tudo isso, pela sua grandeza, pelo seu progresso, pelo seu dinamismo, por suas Faculdades e escolas, que necessitam como complemento à difusão da Cultura também a difusão da Arte, em todas as suas modalidades.Parece que vamos ter um Teatro, anexo ao Paço Municipal, Que seja grande, como é necessário para nossa cidade. Santo André terá o maior e mais moderno teatro da América do Sul. Nós não podemos ficar atrás. Queremos que o nos, igual, nas proporções, arquitetura e beleza!
Vocês não concordam?
A ASBA continua em franco progresso – Matéria. Folha de São Bernardo, Seção Arte e outras coisas. Texto de Odette Tavares Belingrauser, 25/06/1967.
Fama de artistas plásticos no Brasil e no mundo saiu dos salões da ASBA
Folha de São Bernardo
29/10/1967, p. 9.
Texto: Onofre Leite
Foto: Studio Rio Branco
Realização e premiação do 10º Salão de Arte da ASBA, prestes a encerrar.
Comissão Artístico Cultural impedida de atuar após recusa do Colégio São José em ceder seu salão, devido a peças teatrais com conteúdo considerado impróprio.
Crítica à falta de fiscalização quanto à presença de crianças em espetáculos inadequados.
Defesa da necessidade de um teatro próprio e bem equipado em São Bernardo, comparando com o projeto de Santo André.
Registro de que a ASBA segue em progresso.
Fama de artistas plásticos no Brasil e no mundo saiu dos salões da ASBA
Famosos artistas plásticos do Brasil iniciaram aqui os seus primeiros trabalhos de exposição ASBA pioneira das artes das formas e cores tem novo programa. Mas ainda é segredo Se os modernistas e as pro-acadêmicos brigam, São Bernardo junta tudo- No mais, a arte plástica já é marco entre os sambermaidenses.
“O que seria do vermelho de todo mundo gostasse do amarelo?”
O homem, desde os primórdios, sempre gostou de rabiscar. Passaram-se os anos os séculos. E eis que o homem ainda quando pequeno, quer o lápis do irmão mais velho que faz suas lições. А criança quer é rabiscar. Das pré-históricas formas de arte, passando pelo classismo das mais várias escolas artísticas, hoje São Bernardo é marco de vanguarda nas artes plásticas no solo dos tupis-guaranis. A Itália ainda não existia como Estado. Mas um Da Vinci, no sell apogeu, via nascer outro ”rabiscodor” e “mexedor” de tintas: Michelangelo. Rafael lembrava a vontade do homem em retratar - em arte as suas Impressões do mundo exterior. Mescladas com a sua vida interna. A artes plásticas atingiam mala uma das etapas de seu ciclo de evolução.
Paris fin-de-siecle era uma nova fase dos sentimentos do comportamento artístico da humanidade. Pierre Auguste Renoir, o impressionista, era nome nas pinturas. Vincent van Gogh assombrava mundo holandês a europeu com sus revolução de formas e “atrevimento” no jogo da cores.
HOJE E S. BERNARDO
Estamos em 1958. Um grupo de “visionários” funda uma sociedade artística num município ainda nascente, em de pintura, de decoração escultura. Tudo são planos. Tudo lembrava as peripécias dos pintores parisienses de fin-de-siecle. Mas eles estavam era mesmo na futura “Capital do Automóveis”. O valor desses pioneiros seria lembrado somente com o decorrer dos tempos. Nada importava. O que eles queriam era “fazer artes”. Não se tinha muito. Porém São Bernardo ainda seria um leme no barco das artes plásticas de nossa gente. Assim nasceu Associação Sambernardense de Belas Artes (ASBA)
E OS SALÕES FORAM ASSIM
O primeiro Salão de Artes da ASBA era o início de uma vitória. Nem tudo seria rosas. Mas era o princípio de um apogeu. Já no 3º Salão, se trazia para São Bernardo. Sérgio Milliet e o poeta e crítico do Jornal do Brasil, Waldir Ayala, para comporem o júri de premiação. Se Ayala era “exigente” ou Milliet ponderado, o critério seguiria sempre. Manter o que outros salões não conseguem: a composição de várias correntes das artes plásticas e modernistas. E assim sempre se fez. O V Salão já trazia o crítico de artes plásticas José Geraldo Vieira e Ismênia Coaracy. Foi uma grande vitória. VI, VII, VIII IX salões. E São Bernardo ia a cada passo se erguendo do frio momento das durezas da alma. Já dava luz às artes.
Todos os componentes do júri de premiação trazidos à “Terra de João Ramalho” nunca esperavam por qual quer milagre. E desse modo de traçou um critério de seleção.
PRIMEIRO CRITÉRIO
Nem por graças divinas, o júri espera que num repente, surja o inesperado. A presença de um novo Bandeira, de um Di Cavalcanti ou mesmo que apareçam os talhes - em novas mãos - de um Portinari. Assim, já se inaugurou, neste, mês, o X Salão de Artes da ASBA (SBC). Primeiro critério do júri: julgar o conjunto não uma só obra do artista a ser premiado. Só dessa forma é que eles entendem que se dará equilíbrio à decisão final. Exemplo que se tem no critério de Literatura. Este ano, o prof. Mário Zanini, modernista e o dr. José M. Silva Neves, pró pintura e formas acadêmicas foram os convidados ao júri de 1967, Juntamente com o “voto de Minerva” de Rolando Coppini, atual presidente dessa entidade artística, que projeta o mundo artístico sambernadense.
Mostrar arte ao público e a nossa intenção. Porisso que SE VEM MANTENDO SEMPRE UM JURI COM-POSTO de escolas antagônicas. Acadêmica e moderna. E o voto de equilíbrio, desejado no julgamento, desta ou daquela obra de arte é a presença e participação de um dos diretores da ASBA. Neste ano, o presidente, Coppini - explica Antônio Carlos Delegá, um dos diretores asbeanos. Se aprovado, o autor de uma obra de arte leva um “A” de aprovado. Se reprovado, e “chato” “R” de não aparecer na exposição.
ÚLTIMA VOLTA A BIENAL DE 54
Entra um curioso. Ou alguém que diz: olá, como vai? A gente vai passeando por entre as “alamedas” ornadas de pinturas trabalhos em gesso. E a famosa Bienal do IV Centenário de São Paulo, no velho Trianon, vem na lembrança do visitante do X Salão de S. Bernardo que também têm aberrações, па mostra exposta na Marechal, 1ª a dos Pelosini, “Cavalinho Feliz”, de Maria M. Folena, se apresenta como “estudo”. E poderia ser apenas um “estudo”. Um negro sorridente nos cumprimenta. Ninguém conhece ninguém. E todos são admiradores da projeção de São Bernardo na área das pinturas. Contudo, lá estão - como disse alguém ao lado – “isso nem servia para refugo de uma pretensa Bienal”. Todo mundo estava dentro do Salão 67 da ASBA. E lá também as “infelicidades” de composição jogo de cores de “amplexos dos arquipipos”, de João J. Esperielli; “abstrato 1/67”, de José Brasiliense; ainda do mesmo autor “abstrato 2/67”. E se ficou sorrindo a um grupo de jovens que passam e que também olham outra anomalia de arte: “sintonia arabesca”, também de José Brasilense. Era preciso movimentar as massas de figuras e composições de cores, Bienal 54 estava presente. X Salão da ASBA tinha deformações. Não suas, mas dos trabalhos ali apresentados.
OS PREMIADOS DO X SALAO
O conceito de São Bernardo no meio artístico no mundo plástico hoje é respeitável.
De onde sair a honra é o objetivo do artista-expositor. São Paulo foi o vencedor, no conjunto, no X Salão, Menção Honrosa, levou Ana C. Vellardi (SP); Eduardo Nogueira Ramos, ganha Pequena Medalha de Prata, Eduardo é o único premiado de São Bernardo. Ele carrega o prêmio com um trabalho de “pontilhismo”. Ainda São Paulo arrebata Medalha Honrosa, com Laura G. B. Lourenço. O “Estudo”, de Maria Izabel T. dos Santos, representando três mulheres de composição regular e conjunto de cores falho, também leva menção Honrosa. Ela é de São Paulo. Pequena Medalha de Bronze, “verão de uma solteirona”, abstracionismo de regular expressão, “rouba” para Nadir Rocha Silva, ainda de São Paulo, um prêmio desmerecido. A Capital outra vez tom pequena Medalha de Prata com um “pequeno horror de bienais”, sem definição de formas, mas com boa composição no geral.
A “Terra de Bartira e de João Ramalho” caminha nas ondas das interpretações das formas das cores plásticas. “Progresso”, trabalho de Erline F. Bertipaglia, deveria arrebatar alguma menção. Porém, a “Grupo” de Hanba H. Brandt, de SP, conseguiu “convencer” o juri. Ganhou Menção Honrosa. Também Pequena Medaha de Bronze, valeu para “Velchthia”, de outro paulista, Fany Kalanska. Entre os classificados como desenho e gravura, estava um bom trabalho “Collograf III”, de Irma Neumann. Contudo, não foi contemplada. Joel de Godoy, com “Fantasia” merecia a Pequena Medalha de Bronze. Mas carrega para São Paulo, a tal medalla. “Patoches no Telhados”, trabalho sóbrio, tem Menção honrosa Capital e, Capital com Massuio Nakakubo (pequena medalha de Bronze)[ilegível] Grande medalha de Bornza, para Omar Pallegatta,
Escultura deu prêmio ao concorrente que veio de mais longe. De Goiás. Nesa R. Moraes consagra a Capital do Brasil Central com Pequenа Medalha de Prata. Os vencedores artistas de Capital Bandeirante finalizam como os melhores em “Formas Sensoriais” (Pequena Medalha de Bronze) de Renato Wagner e o modesto e firme trabalho de Tams Harsany, “Egípcio” Lydia Okumura, também de São Paulo, apresenta três boas composições (para nós Pop Art): «Tentativa de Fuga; A Questão” e “Massa Esmagadora”.
ARTISTAS PLASTICOS SE PROJETAM POR S BERNARDO
Ceaone, ganha o primeiro prêmio aqui em São Bernardo, e depois é consagrado em Nova Iorque e em Paris. O famoso Darci Penteado, também tem seu início de premiação aqui. Maria Bonone é outro grande valor dos vales das pinturas que, em princípio, caminha pelos Salões de Arte da ASBA. Jean Louis Blanc, inglês de nascimento, expõe em São Bernardo e logo mais também se consagra em sua terra natal, Inglaterra. Muitos são os nomes que já passaram pelo crivo dos “entendidos” em arte plástica deste Município. Blanca Pietro que faz sua primeira mostra pela Associação Sambernardense de Belas Artes chega até Madri e Barcelona. E ganha nome.
EDUARDO NOGUEIRA RAMOS E GENTE NOSSA NO X SALÃO
O único bernardense laureado nesse Salão de Artes de 67; Eduardo Nogueira Ramos. A "composição", um pontilhismo, recebe a Pequena Medalha de Bronze. "Claro e Escuro“ também é outro trabalho de Nogueira Ramos. Todos eles de sentido erótico. De Santos a Campinas. De S. Caetano a S. Paulo. De Goiana a Santo André. Vieram artistas para mostrar suas obras. Se não houve divisão de sala dos já premiados em outros salões não faz mal porque o vizinho Mauá também esteve presente. 88 artistas deram "olé", e 143, as obras apresentadas.
Erline F. Bertipaglia se apresenta com “Paisagem e Estudo Nu”. E a última pintura fez boa figura, Eduardo Nogueira Ramos, o premiado, e, mais Armando Sergio Marotti, o que não concorre, estavam lá. Juntamente com “Corrida Busca do Dinheiro", e "Progresso", de Erline F. Bertipaglia, Que concorreu es pintura e desenho e gravura. "O Solitário", participação marca a Imants Bruno Reins, em bem compsto desenho. Cerâmica e Arte Decorativa mostrou a rubrica de Susana Tavares Bellinghausen e dos ceramistas Sarasá, Geraldo e Luiz Martin.
De 14 a 31 de outubro de 1967, a ASBA reviveu o 1º Salão de Arte de São Bernardo do Campo: 1958. Como também, por 18 dias aqui foi a "Torre de Babel" de artistas de outros torrões brasileiros.
Folha de São Bernardo, Seção Arte e outras Coisas. Texto de Odette Tavares Belingrauser, 29/10/1967, p. 15.
Fama de artistas plásticos no Brasil e no mundo saiu dos salões da ASBA
Folha de São Bernardo
29/10/1967, p. 9.
Texto: Onofre Leite
Foto: Studio Rio Branco
Fama de artistas plásticos no Brasil e no mundo saiu dos salões da ASBA
Famosos artistas plásticos do Brasil iniciaram aqui os seus primeiros trabalhos de exposição ASBA pioneira das artes das formas e cores tem novo programa. Mas ainda é segredo Se os modernistas e as pro-acadêmicos brigam, São Bernardo junta tudo- No mais, a arte plástica já é marco entre os sambermaidenses.
“O que seria do vermelho de todo mundo gostasse do amarelo?”
O homem, desde os primórdios, sempre gostou de rabiscar. Passaram-se os anos os séculos. E eis que o homem ainda quando pequeno, quer o lápis do irmão mais velho que faz suas lições. А criança quer é rabiscar. Das pré-históricas formas de arte, passando pelo classismo das mais várias escolas artísticas, hoje São Bernardo é marco de vanguarda nas artes plásticas no solo dos tupis-guaranis. A Itália ainda não existia como Estado. Mas um Da Vinci, no sell apogeu, via nascer outro ”rabiscodor” e “mexedor” de tintas: Michelangelo. Rafael lembrava a vontade do homem em retratar - em arte as suas Impressões do mundo exterior. Mescladas com a sua vida interna. A artes plásticas atingiam mala uma das etapas de seu ciclo de evolução.
Paris fin-de-siecle era uma nova fase dos sentimentos do comportamento artístico da humanidade. Pierre Auguste Renoir, o impressionista, era nome nas pinturas. Vincent van Gogh assombrava mundo holandês a europeu com sus revolução de formas e “atrevimento” no jogo da cores.
HOJE E S. BERNARDO
Estamos em 1958. Um grupo de “visionários” funda uma sociedade artística num município ainda nascente, em de pintura, de decoração escultura. Tudo são planos. Tudo lembrava as peripécias dos pintores parisienses de fin-de-siecle. Mas eles estavam era mesmo na futura “Capital do Automóveis”. O valor desses pioneiros seria lembrado somente com o decorrer dos tempos. Nada importava. O que eles queriam era “fazer artes”. Não se tinha muito. Porém São Bernardo ainda seria um leme no barco das artes plásticas de nossa gente. Assim nasceu Associação Sambernardense de Belas Artes (ASBA)
E OS SALÕES FORAM ASSIM
O primeiro Salão de Artes da ASBA era o início de uma vitória. Nem tudo seria rosas. Mas era o princípio de um apogeu. Já no 3º Salão, se trazia para São Bernardo. Sérgio Milliet e o poeta e crítico do Jornal do Brasil, Waldir Ayala, para comporem o júri de premiação. Se Ayala era “exigente” ou Milliet ponderado, o critério seguiria sempre. Manter o que outros salões não conseguem: a composição de várias correntes das artes plásticas e modernistas. E assim sempre se fez. O V Salão já trazia o crítico de artes plásticas José Geraldo Vieira e Ismênia Coaracy. Foi uma grande vitória. VI, VII, VIII IX salões. E São Bernardo ia a cada passo se erguendo do frio momento das durezas da alma. Já dava luz às artes.
Todos os componentes do júri de premiação trazidos à “Terra de João Ramalho” nunca esperavam por qual quer milagre. E desse modo de traçou um critério de seleção.
PRIMEIRO CRITÉRIO
Nem por graças divinas, o júri espera que num repente, surja o inesperado. A presença de um novo Bandeira, de um Di Cavalcanti ou mesmo que apareçam os talhes - em novas mãos - de um Portinari. Assim, já se inaugurou, neste, mês, o X Salão de Artes da ASBA (SBC). Primeiro critério do júri: julgar o conjunto não uma só obra do artista a ser premiado. Só dessa forma é que eles entendem que se dará equilíbrio à decisão final. Exemplo que se tem no critério de Literatura. Este ano, o prof. Mário Zanini, modernista e o dr. José M. Silva Neves, pró pintura e formas acadêmicas foram os convidados ao júri de 1967, Juntamente com o “voto de Minerva” de Rolando Coppini, atual presidente dessa entidade artística, que projeta o mundo artístico sambernadense.
Mostrar arte ao público e a nossa intenção. Porisso que SE VEM MANTENDO SEMPRE UM JURI COM-POSTO de escolas antagônicas. Acadêmica e moderna. E o voto de equilíbrio, desejado no julgamento, desta ou daquela obra de arte é a presença e participação de um dos diretores da ASBA. Neste ano, o presidente, Coppini - explica Antônio Carlos Delegá, um dos diretores asbeanos. Se aprovado, o autor de uma obra de arte leva um “A” de aprovado. Se reprovado, e “chato” “R” de não aparecer na exposição.
ÚLTIMA VOLTA A BIENAL DE 54
Entra um curioso. Ou alguém que diz: olá, como vai? A gente vai passeando por entre as “alamedas” ornadas de pinturas trabalhos em gesso. E a famosa Bienal do IV Centenário de São Paulo, no velho Trianon, vem na lembrança do visitante do X Salão de S. Bernardo que também têm aberrações, па mostra exposta na Marechal, 1ª a dos Pelosini, “Cavalinho Feliz”, de Maria M. Folena, se apresenta como “estudo”. E poderia ser apenas um “estudo”. Um negro sorridente nos cumprimenta. Ninguém conhece ninguém. E todos são admiradores da projeção de São Bernardo na área das pinturas. Contudo, lá estão - como disse alguém ao lado – “isso nem servia para refugo de uma pretensa Bienal”. Todo mundo estava dentro do Salão 67 da ASBA. E lá também as “infelicidades” de composição jogo de cores de “amplexos dos arquipipos”, de João J. Esperielli; “abstrato 1/67”, de José Brasiliense; ainda do mesmo autor “abstrato 2/67”. E se ficou sorrindo a um grupo de jovens que passam e que também olham outra anomalia de arte: “sintonia arabesca”, também de José Brasilense. Era preciso movimentar as massas de figuras e composições de cores, Bienal 54 estava presente. X Salão da ASBA tinha deformações. Não suas, mas dos trabalhos ali apresentados.
OS PREMIADOS DO X SALAO
O conceito de São Bernardo no meio artístico no mundo plástico hoje é respeitável.
De onde sair a honra é o objetivo do artista-expositor. São Paulo foi o vencedor, no conjunto, no X Salão, Menção Honrosa, levou Ana C. Vellardi (SP); Eduardo Nogueira Ramos, ganha Pequena Medalha de Prata, Eduardo é o único premiado de São Bernardo. Ele carrega o prêmio com um trabalho de “pontilhismo”. Ainda São Paulo arrebata Medalha Honrosa, com Laura G. B. Lourenço. O “Estudo”, de Maria Izabel T. dos Santos, representando três mulheres de composição regular e conjunto de cores falho, também leva menção Honrosa. Ela é de São Paulo. Pequena Medalha de Bronze, “verão de uma solteirona”, abstracionismo de regular expressão, “rouba” para Nadir Rocha Silva, ainda de São Paulo, um prêmio desmerecido. A Capital outra vez tom pequena Medalha de Prata com um “pequeno horror de bienais”, sem definição de formas, mas com boa composição no geral.
A “Terra de Bartira e de João Ramalho” caminha nas ondas das interpretações das formas das cores plásticas. “Progresso”, trabalho de Erline F. Bertipaglia, deveria arrebatar alguma menção. Porém, a “Grupo” de Hanba H. Brandt, de SP, conseguiu “convencer” o juri. Ganhou Menção Honrosa. Também Pequena Medaha de Bronze, valeu para “Velchthia”, de outro paulista, Fany Kalanska. Entre os classificados como desenho e gravura, estava um bom trabalho “Collograf III”, de Irma Neumann. Contudo, não foi contemplada. Joel de Godoy, com “Fantasia” merecia a Pequena Medalha de Bronze. Mas carrega para São Paulo, a tal medalla. “Patoches no Telhados”, trabalho sóbrio, tem Menção honrosa Capital e, Capital com Massuio Nakakubo (pequena medalha de Bronze)[ilegível] Grande medalha de Bornza, para Omar Pallegatta,
Escultura deu prêmio ao concorrente que veio de mais longe. De Goiás. Nesa R. Moraes consagra a Capital do Brasil Central com Pequenа Medalha de Prata. Os vencedores artistas de Capital Bandeirante finalizam como os melhores em “Formas Sensoriais” (Pequena Medalha de Bronze) de Renato Wagner e o modesto e firme trabalho de Tams Harsany, “Egípcio” Lydia Okumura, também de São Paulo, apresenta três boas composições (para nós Pop Art): «Tentativa de Fuga; A Questão” e “Massa Esmagadora”.
ARTISTAS PLASTICOS SE PROJETAM POR S BERNARDO
Ceaone, ganha o primeiro prêmio aqui em São Bernardo, e depois é consagrado em Nova Iorque e em Paris. O famoso Darci Penteado, também tem seu início de premiação aqui. Maria Bonone é outro grande valor dos vales das pinturas que, em princípio, caminha pelos Salões de Arte da ASBA. Jean Louis Blanc, inglês de nascimento, expõe em São Bernardo e logo mais também se consagra em sua terra natal, Inglaterra. Muitos são os nomes que já passaram pelo crivo dos “entendidos” em arte plástica deste Município. Blanca Pietro que faz sua primeira mostra pela Associação Sambernardense de Belas Artes chega até Madri e Barcelona. E ganha nome.
EDUARDO NOGUEIRA RAMOS E GENTE NOSSA NO X SALÃO
O único bernardense laureado nesse Salão de Artes de 67; Eduardo Nogueira Ramos. A "composição", um pontilhismo, recebe a Pequena Medalha de Bronze. "Claro e Escuro“ também é outro trabalho de Nogueira Ramos. Todos eles de sentido erótico. De Santos a Campinas. De S. Caetano a S. Paulo. De Goiana a Santo André. Vieram artistas para mostrar suas obras. Se não houve divisão de sala dos já premiados em outros salões não faz mal porque o vizinho Mauá também esteve presente. 88 artistas deram "olé", e 143, as obras apresentadas.
Erline F. Bertipaglia se apresenta com “Paisagem e Estudo Nu”. E a última pintura fez boa figura, Eduardo Nogueira Ramos, o premiado, e, mais Armando Sergio Marotti, o que não concorre, estavam lá. Juntamente com “Corrida Busca do Dinheiro", e "Progresso", de Erline F. Bertipaglia, Que concorreu es pintura e desenho e gravura. "O Solitário", participação marca a Imants Bruno Reins, em bem compsto desenho. Cerâmica e Arte Decorativa mostrou a rubrica de Susana Tavares Bellinghausen e dos ceramistas Sarasá, Geraldo e Luiz Martin.
De 14 a 31 de outubro de 1967, a ASBA reviveu o 1º Salão de Arte de São Bernardo do Campo: 1958. Como também, por 18 dias aqui foi a "Torre de Babel" de artistas de outros torrões brasileiros.
Folha de São Bernardo, Seção Arte e outras Coisas. Texto de Odette Tavares Belingrauser, 29/10/1967, p. 15.
Realização e premiação do 10º Salão de Arte da ASBA, prestes a encerrar.
Comissão Artístico Cultural impedida de atuar após recusa do Colégio São José em ceder seu salão, devido a peças teatrais com conteúdo considerado impróprio.
Crítica à falta de fiscalização quanto à presença de crianças em espetáculos inadequados.
Defesa da necessidade de um teatro próprio e bem equipado em São Bernardo, comparando com o projeto de Santo André.
Registro de que a ASBA segue em progresso.
Artistas da Mooca no 10º Salão de Arte de São Bernardo do Campo
O Amigo
novembro de 1967, p. 3.
O 10º Salão de Artes de São Bernardo do Campo, realizado de 14 a 30 de outubro com patrocínio da Prefeitura e organização da Associação Sambernardense de Belas Artes, contou com 143 trabalhos. Entre eles, destacaram-se as esculturas de João Delijalcov e a pintura Paisagem de Affonso Caruani, ambos artistas da Mooca. O evento foi considerado um sucesso, com presença de autoridades e homenagens aos organizadores.
Artistas da Mooca no 10º Salão de Arte de São Bernardo do Campo
Patrocinada pela Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo, a Associação Sambernardense de Belas Artes, realizou com grande sucesso de 14 a 30 de outubro p. o seu 10º Salão de Artes de São Bernardo do Campo.
Com a presença de Carlos Aires, presidente da Ass. Paulista de Belas Artes, foi desatada a fita inaugural pela profa. Irene Gonçalves Comissão Arruda da Artístico Cultural CAC da Prefeitura Municipal de S. B. C.
Além da profa. D. Irene, lalaram no ato os srs.: Walter Miranda, representante do prefeito: Rolando Coppini, presidente da Associação Sambernardense de Belas Artes.
Entre os 143 trabalhos ali expostos, tivemos a satisfação de ver duas magnificas esculturas de João Delijalcov, que apresentou as cabeças de Rolando. Coppini e de nosso amigo Roberto Ugolini, que passou para a eternidade pois já foi transformada em bronze e exposta com grandes festejos na Praça de Solenidades do C. A. Juventus.
Destacamos ainda para nossa satisfação, o bonito trabalho em pintura tambem de um artista mooquense. Affonso Caruani, com o quadro "Paisagem".
Parabéns a Associação Sambernardense de Belas Artes, ao seu presidente Rolando Coppini e a todos os organizadores dessa mostra que foi totalmente coroada de êxito. Gratos pela amabilidade do convite.
O Amigo, novembro de 1967, p. 3.
Artistas da Mooca no 10º Salão de Arte de São Bernardo do Campo
O Amigo
novembro de 1967, p. 3.
Artistas da Mooca no 10º Salão de Arte de São Bernardo do Campo
Patrocinada pela Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo, a Associação Sambernardense de Belas Artes, realizou com grande sucesso de 14 a 30 de outubro p. o seu 10º Salão de Artes de São Bernardo do Campo.
Com a presença de Carlos Aires, presidente da Ass. Paulista de Belas Artes, foi desatada a fita inaugural pela profa. Irene Gonçalves Comissão Arruda da Artístico Cultural CAC da Prefeitura Municipal de S. B. C.
Além da profa. D. Irene, lalaram no ato os srs.: Walter Miranda, representante do prefeito: Rolando Coppini, presidente da Associação Sambernardense de Belas Artes.
Entre os 143 trabalhos ali expostos, tivemos a satisfação de ver duas magnificas esculturas de João Delijalcov, que apresentou as cabeças de Rolando. Coppini e de nosso amigo Roberto Ugolini, que passou para a eternidade pois já foi transformada em bronze e exposta com grandes festejos na Praça de Solenidades do C. A. Juventus.
Destacamos ainda para nossa satisfação, o bonito trabalho em pintura tambem de um artista mooquense. Affonso Caruani, com o quadro "Paisagem".
Parabéns a Associação Sambernardense de Belas Artes, ao seu presidente Rolando Coppini e a todos os organizadores dessa mostra que foi totalmente coroada de êxito. Gratos pela amabilidade do convite.
O Amigo, novembro de 1967, p. 3.
O 10º Salão de Artes de São Bernardo do Campo, realizado de 14 a 30 de outubro com patrocínio da Prefeitura e organização da Associação Sambernardense de Belas Artes, contou com 143 trabalhos. Entre eles, destacaram-se as esculturas de João Delijalcov e a pintura Paisagem de Affonso Caruani, ambos artistas da Mooca. O evento foi considerado um sucesso, com presença de autoridades e homenagens aos organizadores.
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Momentos como a fundação do Espaço Henfil e a instituição por lei da Pinacoteca marcaram a trajetória cultural da cidade.
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